A insegurança me consome, me corroe.
Perturba o meu íntimo, não me deixa prosseguir pensamentos simples, a complexidade me rodeia e me leva ao absurdo.
Se eu fizesse o que não fiz. Ah, insegurança maldita. Me impede de fazer o que deveria.
Toda essa inquietude se deve a um passado presente e a um paradoxo interno, uma metamorfose.
Tanta mudança, tanta semelhança. A insegurança me corroe.




Leia este blog no seu celular